Sábado
Durante muito tempo, ele viveu perguntando “por quê?”.
Por que as coisas não saíram como esperado. Por que certas perdas aconteceram. Por que algumas pessoas ficaram e outras partiram.
A pergunta parecia necessária. Parecia justa.
Mas com o passar dos anos percebeu que algumas respostas nunca chegariam. Não porque não existissem, mas porque talvez não fossem acessíveis.
Foi então que começou a fazer outra pergunta:
"O que isso está me ensinando?"
A mudança foi sutil, mas profunda.
O foco deixou de ser a explicação e passou a ser a transformação.
Nem todo acontecimento vem com um motivo claro. Mas quase todos carregam um convite para crescimento.
E talvez a maturidade comece quando você entende que nem toda dor vem para ser explicada.
Algumas vêm para ser integradas.